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Os rodoviários do Distrito Federal optaram por cancelar a greve que estava agendada após conseguirem negociar um aumento salarial de 8%.

    O acordo f o i es t a be leci do em um reajuste salarial de 8% e um aumento de 10% para os benefícios alimentares , c omo ticket e ce...

  


O acordo foi estabelecido em um reajuste salarial de 8% e um aumento de 10% para os benefícios alimentares, como ticket e cesta básica. A greve dos rodoviários do Distrito Federal, prevista para começar nesta segunda-feira (28/9), foi suspensa na noite de domingo. Essa decisão foi confirmada ao Correio pela assessoria das empresas de ônibus e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Terrestres do DF.

O encerramento da paralisação ocorreu após uma reunião realizada nesta noite com a participação da secretária da Secretaria de Mobilidade (Semob), Sandra Maria Holanda França, representantes do setor e das concessionárias. O acordo definiu um reajuste salarial de 8%, além de um aumento de 10% nos benefícios alimentares.

João Dão, um dos diretores do sindicato, declarou que, em nome da diretoria, informa que após uma reunião com a secretária da Semob e representantes, chegaram a um acordo de 8% de reajuste no salário, além de 10% de aumento no ticket e na cesta. Ele mencionou que os trabalhadores devem comparecer de volta ao trabalho na madrugada, nos horários estabelecidos.

As concessionárias do transporte público coletivo do DF emitiram uma nota repudiando a paralisação. Afirmaram que quem mais sofre com a greve é a população, composta por trabalhadores, estudantes, pacientes e idosos que dependem diariamente dos ônibus para chegar ao trabalho, escola, hospital e serviços públicos. Segundo elas, transformar esses usuários em instrumentos de pressão prejudica aqueles que não têm outra forma de se locomover.

Durante a tarde, o GDF classificou a greve como um movimento político-eleitoreiro e acionou o Tribunal Regional do Trabalho (TRT). No comunicado, o governo afirmou reconhecer o direito dos trabalhadores de lutar por melhorias salariais e por melhores condições de trabalho; no entanto, declarou não aceitar que um sindicato filiado à CUT, cujo presidente apoia abertamente um adversário eleitoral, tente manipular a categoria.

Da redação do Portal Lei e Política, Editor Responsavel: Carlindo Medeiros, Jornalista

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