Page Nav

HIDE

Últimas notícias:

latest

Willian Ferreira destaca no Vozes da Comunidade que inclusão vai além de apenas preencher uma vaga.

 Eliane de Paula Especialista defende que a verdadeira inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho exige cultura organizacion...

 Eliane de Paula



Especialista defende que a verdadeira inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho exige cultura organizacional acolhedora, acessibilidade atitudinal e oportunidades reais de crescimento.

A inclusão de Pessoas com Deficiência (PcD) no mercado de trabalho brasileiro ainda enfrenta barreiras que vão muito além do cumprimento de metas legais. Durante sua participação no programa Vozes da Comunidade, Willian Ferreira trouxe uma reflexão direta sobre o tema: "Inclusão não é só preencher vaga". A declaração sintetiza um desafio central vivido por empresas e trabalhadores: a diferença entre contratação pró-forma e a integração real.

Segundo Willian, muitas organizações ainda enxergam a contratação de profissionais PcD apenas como uma obrigação corporativa para cumprir a Lei de Cotas (Lei nº 8.213/1991). No entanto, o especialista reforça que a verdadeira inclusão começa após a assinatura da carteira de trabalho.

Acessibilidade atitudinal e cultura

Durante a entrevista, Ferreira destacou a importância da acessibilidade atitudinal, a eliminação de preconceitos, estereótipos e estigmas nas relações humanas dentro das empresas.

"De nada adianta ter uma rampa na entrada ou um software acessível se a equipe não está preparada para conviver, respeitar e reconhecer o potencial daquele profissional. Contratar e deixar a pessoa isolada, sem demandas relevantes ou sem perspectiva de carreira, também é uma forma de exclusão", pontuou.

Desenvolvimento e retenção de talentos

Outro ponto focal abordado no Vozes da Comunidade foi a retenção desses talentos. Para Willian Ferreira, os ambientes corporativos precisam oferecer suporte adequado, capacitação e caminhos claros para a evolução profissional de colaboradores com deficiência.

Acompanhamento contínuo: Avaliar periodicamente as adaptações necessárias para a rotina de trabalho.

Liderança empática: Treinar gestores para liderar equipes diversas com equidade.

Oportunidades iguais: Garantir acesso a promoções e cargos de decisão.

Ao finalizar sua participação, Willian deixou uma mensagem clara para o setor corporativo: a diversidade fortalece a inovação e o ambiente de trabalho, mas só se transforma em valor real quando acompanhada de respeito, pertencimento e igualdade de oportunidades.

Facebook

Nenhum comentário

WhatsApp

61 98400-0338